sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Restaurante Dubai


Nesta incursão ao Restaurante Dubai para jantar uma francesinha com a família, a experiência ficou um pouco abaixo das expectactivas. Por recomendação de um familiar lá fomos a este restaurante que tanto pelo aspecto como pelo conteúdo do cardápio, merece uma visita. Sendo o seu forte os pratos de peixe, serve um bife à casa, digno de nota.

Mas voltemos à francesinha que é isso que interessa. De facto levava as expectativas altas porque tinha ouvido falar muito bem deste local e isto é no meu entender um dos principais factores que ditam a nossa preferência pessoal sobre determinado local onde comemos francesinha, ou seja, o resultado da nossa experiência é ditado maioritariamente pela nossa expectativa inicial. Mas como há outros factores a considerar, vamos à avaliação fria dos factos:
Expectactivas inicais à parte, a francesinha não é má, é razoável. A dose é razoável, o aspecto também, os ingredientes não passam do razoável e o molho não é nada de especial, tendo em conta o resto que há por aí. As batatas é que são a desilusão completa. Cortadas e fritas na hora, mas em fraca quantidade e demasiado pálidas. Uma pena...
O serviço é simpático e eficiente qb tenho em conta que a sala estava cheia.
Resumindo, vale a pena visitar, mas comam o bife ou os filetes de polvo com arroz de marisco que isso sim é que vale a pena!


Pontuação:
Molho: 3
Carne: 3,5
Ingredientes: 3,5
Batatas: 2,0
Serviço/Atendimento: 3,0
Preço : 2,8
Geral: 3,0

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Café Santiago (Parte 2)


Não satisfeito com a última experiência no Café Santiago, voltei lá, desta vez ao jantar. Não sei se o cozinheiro é diferente ao jantar, mas de facto a francesinha parece que melhora com o cair da noite.
Molho equilibrado sem exagero de picante, ingredientes de qualidade e ricos em sabor. Pão tostado como o povo gosta e o pormenor do ovo apenas com a gema fora do queijo é delicioso!
A acompanhar dois príncipes como manda a lei, bem fresquinhos e um café para finalizar.
Nota menos positiva para as batatas, que são das congeladas.


Pontuação:
Molho: 4
Carne: 4
Ingredientes: 3,9
Batatas: 3,0
Serviço/Atendimento: 3,5
Preço : 4,0
Geral: 3,7

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Ikea Matosinhos

Cá está um local que ninguém associa a um manjar de Francesinha, mas a verdade é que podemos juntar um passeio pelo mundo do móveis baratos à iguaria picante do norte.
O restaurante do IKEA tem vários pratos a um preço muito competitivo (almondegas a 2,95€, carne assada a 6€ e outros menus). A "berdadeira" fica ao preço de 3,90€ com cartão cliente ou 4,20€ sem cartão. Inclui batatas.
Dependendo da hora, poderá haver alguma fila mas que é superada com alguma rapidez.
O molho é razoável e tem tudo a que temos direito (bife, salsicha fresca, linguiça, mortadela e uma dose bastante aceitável de queijo por cima).
As batatas são colocadas no próprio prato numa quantidade pequena mas adequada.
De negativo apenas o facto de não podermos reforçar com dose extra de molho e de não existir Super Bock para acompanhar (apenas Tagus).
Como pontos extra, o facto das sobremesas serem baratas, e podemos optar por encher o copo com refrigerante as vezes que quisermos, assim como o café e gelado.
Sem dúvida uma alternativa interessante pelo preço. Não estando no nosso top, é uma agradável surpresa.


Pontuação:
Molho: 3,2
Carne: 3,5
Ingredientes: 3,8
Batatas: 3,0
Serviço/Atendimento: 3,5
Preço : 4,0
Geral: 3,5

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Francesinha entre as melhores sandes do mundo


Site norte-americano salienta prato portuense

O site Aol Travel elegeu a Francesinha como uma das 10 melhores sanduíches do mundo, considerando que esta iguaria portuense, apesar do seu diminutivo, de "pequena tem muito pouco".
A Francesinha é uma sanduíche recheada com linguiça, salsicha fresca, fiambre e bife, coberta de queijo, sendo depois "regada" com um molho picante, considerado a alma da receita, que tem por base tomate e cerveja.
As variantes da Francesinha são muitas (com outras carnes no recheio, com ovo estrelado ou camarão por cima, por exemplo), sendo muito apreciada quando acompanhada por batatas fritas.
Nesta selecção feita pelo Aol Travel, a Francesinha aparece ao lado das sanduíches Roujimao, da China, Smorrebrod, da Dinamarca, Kati Roll, da Índia, Pan Bagnat, de França, Gelato Sandwich, de Itália, da Indian (navajo) Taco, dos Estados Unidos da América, do Chip Butty, do Reino Unido e da mexicana Cemita.
O Aol conta que a Francesinha, oriunda do Porto, foi criada por um emigrante português que, quando voltou de França para a sua terra natal, decidiu adaptar o famoso Croque Monsieur à cultura nacional.
O site, que fornece informação sobre destinos turísticos e lazer, escreve que as fatias de pão, depois de recheadas com uma combinação de salsicha, bife e fiambre, são "coroadas" com queijo derretido e "encharcadas" com um molho.
"Adicionar batatas fritas e/ou ovo tornam-na especial", acrescenta.
Apresentando 10 sanduíches, o Aol Travel pretende apontar "uma lista de alguns exemplos dignos de babar", afirmando que as sanduíches são o alimento perfeito para qualquer ocasião e um "bem amado em todo o mundo".
A Francesinha é muito apreciada no Porto, sendo uma especialidade de vários restaurantes locais, desde requintados aos mais populistas.
Esta especialidade portuense surgiu na década de 60, pelas mãos do português Daniel da Silva.

domingo, 20 de março de 2011

Pontual

Sábado à noite é talvez um dos melhores dias para uma Francesinha. Desta vez ficou decidido que teria que ser a um local ainda por explorar. A escolha recaiu sobre o Tappas Café em Gaia. Por indicação de uns camaradas de luta, chegamos ao local mas a verdade é que, apesar de passar pouco das 20h, a sala (pequena) já estava cheia e o tempo de espera seria pelo menos até às 23h visto que havia reservas até essa hora. Acabamos por desistir e irmos a um outro local de referência no centro do Porto, o Pontual na Rua do Almada.
Quando chegamos não havia mesas livres, mas passado uns 10 minutos já se conseguiu um bom lugar. Trouxeram-nos logo uns salgados para trincar e uns finos bem tirados. A escolha foi sobre a Francesinha mais completa com batata e ovo por 7,95€.
Passado pouco tempo vieram as batatas (congeladas mas de qualidade razoável) e o prato principal.
Foi aqui que tudo se começou a desmoronar. O aspecto do molho causou logo dúvidas, tiradas mal foi feita a prova. Além de ter uma cor e espessura fora do normal, espesso e claro, o sabor deixou muito a desejar - sabor a sopa de marisco. Sem qualquer sabor a tomate, mais parecia estar a comer uma sopa de marisco das instantâneas.
Quanto ao resto importa destacar a qualidade e quantidade dos ingredientes. Bife aceitável apesar de um pouco fino para  meu gosto, mas linguiça e salsicha fresca de boa qualidade assim como uma boa camada de fiambre.
Factor negativo o pão. Demasiadamente fofo e mole, a precisar de ser tostado.
O atendimento foi eficaz apesar de haver só 2 funcionários a servir mais o "Técnico das Francesinhas".
Sem dúvida um local que apesar do nome, apresenta falhas (pouco aceitáveis) que podem destruir toda uma reputação.


Pontuação:
Molho: 2,2
Carne: 3,0
Ingredientes: 3,8
Batatas: 3,5
Serviço/Atendimento: 3,6
Preço : 3,5
Geral: 3,27

segunda-feira, 14 de março de 2011

Café Torres

Que melhor forma de terminar um fim de semana bem passado e ganhar energias para uma nova e pesada semana que se adivinha, senão com uma boa Francesinha, de um estabelecimento recomendado em revistas (que se dizem) da especialidade?
Marcha em direcção ao famoso Café Torres, em Ermesinde, perto da estação ferroviária e de muito fácil acesso. Visto de fora, o local auspiciava algo de positivo, uma vez que apesar de não ser de dimensões muito reduzidas, estava bastante cheio e com um ambiente agradável.
O atendimento foi rápido, embora a francesinha tenha demorado uns bons 20 minutos até aparecer. Poderá justificar-se pela grande afluência de clientes... ? a espera aumentou a expectativa, que de repente se revelou um logro... O aspecto visual não era dos mais apelativos, mas nada como provar...
O molho, além de ser demasiado espesso, sabia a sopa da avó com um ligeiro travo a azeitona. O bife, apesar de não ser mau de todo, também não era exemplar. As batatas tinham a seu favor o facto de não serem congeladas. Os ingredientes restantes era simplesmente vulgares; nada de especial a relatar sobre eles... Digamos que o único aspecto verdadeiramente positivo foi o preço, o que tendo em conta a qualidade geral, não poderia ser outro.
Confesso que após experimentar tantas francesinhas de qualidade, fico abismada com o facto de grande parte delas não serem apresentadas em revistas "de referência" dando vez a outras que realmente se tornam um enigma o porquê de aparecerem nos "Top 20"!

Pontuação:
Molho: 2,5
Carne: 3
Ingredientes: 3,5
Batatas: 2,75
Serviço/Atendimento: 3,25
Preço : 4
Geral: 3,16

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Bufet Fase

Finalmente, após inúmeros pedidos, sugestões e reclamações, a equipa do Rumo das Francesinhas visitou talvez o local de maior referência no que toca a qualidade.
Num dia de muita chuva, chagamos ao local (Rua Santa Catarina) e para nossa surpresa, havia mesas disponíveis. De referir que o espaço é reduzido, não tendo mais que 5 pequenas mesas e um balcão.
Sentados, a escolha foi fácil. Francesinha e um Fino.
Como já de esperar, o serviço foi rápido e em pouco mais de 5 minutos, já viamos os nossos pratos em cima da mesa.
Qualidade de topo no que toca ao bife, linguiça e molho. De destacar o pão (torrado e crocante barrado com manteiga).
Carne bastante tenra, linguiça a lembrar as que comemos assadas na aldeia e molho saboroso, a saber a tomate e ligeiramente picante. Sem ser muito grande, tem o tamanho indicado.
Nota apenas negativa às batatas fritas. Além de serem congeladas, agrava o facto de estarem gordurosas. Pensavamos ser um ponto a melhorar mas que não põ em causa a qualidade de topo desta casa.


Pontuação:
Molho: 4,9
Carne: 4,6
Ingredientes: 4,9
Batatas: 2,9
Serviço/Atendimento: 4,6
Preço : 3,3
Geral: 4.18

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Francesinha Poveira

A Francesinha poveira, ou apenas francesinha, é fast food típica da Póvoa de Varzim em Portugal. Com semelhanças apenas na forma com o cachorro quente, é uma sanduíche feita com linguiça, fiambre, queijo e mostarda em pão cacete.

A francesinha poveira é uma variedade de francesinha que surgiu em 1962 no café Guardassol no Passeio Alegre. Aberto desde junho de 1922, o Guarda-Sol é o mais antigo café bar da Póvoa, é também o primeiro café-bar de praia em Portugal.
A francesinha poveira é baseada na portuense. Curiosamente, a variedade do Porto foi criada por um poveiro de nome Daniel Silva. No entanto, a variedade poveira surgiu da necessidade da gerência, Alberto Moreira, de ter um produto novo e diferente, e para isso foi a Lisboa, para encontrar a pessoa certa, e assim contratou António Carriço, originário do Fundão. Depois de o contratar, levou-o a certos estabelecimentos do Porto para conhecer a Francesinha portuense, algo que o funcionário nunca tinha ouvido falar. O funcionário teve a iniciativa de pedir ao padeiro que fornecia o Guardassol para criar um pão em forma de cacete, macio e suculento, e assim surgiu o "pão de francesinha".
A variedade poveira é, assim, significativamente diferente e constitui uma especialidade distinta. O objectivo da variedade poveira era ser um verdadeiro prato de comida rápida que se pudesse comer à mão, especialmente para os banhistas nortenhos que acorrem aos milhares às praias da Póvoa, algo que não era possível com a variedade portuense.
Hoje, o prato pode ser encontrado em variados restaurantes da região da Póvoa de Varzim, nos municípios da Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Esposende.

Confecção

A francesinha poveira é um tipo de francesinha feita em pão-cacete que pode ser comido à mão enquanto se passeia ou no prato na mesa de um restaurante. A francesinha é barrada com um molho específico feito à base de manteiga, margarina, ketchup, piri-piri e sal, com conhaque, brandy, porto ou whisky.

Normal e especial

A francesinha poveira pode ser consumida como "Francesinha Normal" (apenas a sanduíche, como se fosse um cachorro quente) e "francesinha poveira especial", no prato acompanhada de batata frita e molho de francesinha. Ao se pedir "francesinha especial" é, muitas vezes, servida a portuense. No entanto, ao se pedir "francesinha" é servida a poveira.

sábado, 6 de novembro de 2010

Circuito pedonal "Francesinha"

Visitar o Porto sem conhecer uma "francesinha" é imperdoável. Ser do Porto e não saber onde ela nasceu... é motivo para participar neste percurso pedonal. Venha conhecer a história desta especialidade e a sua importância para cidade do Porto.

Local: Casa do Infante
Horário: sexta-feira, 19 de Novembro às 15:00h
Município: Porto
Ficha Técnica: Organização: Divisão Municipal de Arquivo Histórico. Entrada livre, sujeita a marcação prévia, através do telefone 222060423, ou pelo e-mail casadoinfante-serveducativo@cm-porto.pt.
Promotor: Porto
Temática: Etc
Início:
2010-11-19
Fim:
2010-11-19