segunda-feira, 14 de março de 2011

Café Torres

Que melhor forma de terminar um fim de semana bem passado e ganhar energias para uma nova e pesada semana que se adivinha, senão com uma boa Francesinha, de um estabelecimento recomendado em revistas (que se dizem) da especialidade?
Marcha em direcção ao famoso Café Torres, em Ermesinde, perto da estação ferroviária e de muito fácil acesso. Visto de fora, o local auspiciava algo de positivo, uma vez que apesar de não ser de dimensões muito reduzidas, estava bastante cheio e com um ambiente agradável.
O atendimento foi rápido, embora a francesinha tenha demorado uns bons 20 minutos até aparecer. Poderá justificar-se pela grande afluência de clientes... ? a espera aumentou a expectativa, que de repente se revelou um logro... O aspecto visual não era dos mais apelativos, mas nada como provar...
O molho, além de ser demasiado espesso, sabia a sopa da avó com um ligeiro travo a azeitona. O bife, apesar de não ser mau de todo, também não era exemplar. As batatas tinham a seu favor o facto de não serem congeladas. Os ingredientes restantes era simplesmente vulgares; nada de especial a relatar sobre eles... Digamos que o único aspecto verdadeiramente positivo foi o preço, o que tendo em conta a qualidade geral, não poderia ser outro.
Confesso que após experimentar tantas francesinhas de qualidade, fico abismada com o facto de grande parte delas não serem apresentadas em revistas "de referência" dando vez a outras que realmente se tornam um enigma o porquê de aparecerem nos "Top 20"!

Pontuação:
Molho: 2,5
Carne: 3
Ingredientes: 3,5
Batatas: 2,75
Serviço/Atendimento: 3,25
Preço : 4
Geral: 3,16

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Bufet Fase

Finalmente, após inúmeros pedidos, sugestões e reclamações, a equipa do Rumo das Francesinhas visitou talvez o local de maior referência no que toca a qualidade.
Num dia de muita chuva, chagamos ao local (Rua Santa Catarina) e para nossa surpresa, havia mesas disponíveis. De referir que o espaço é reduzido, não tendo mais que 5 pequenas mesas e um balcão.
Sentados, a escolha foi fácil. Francesinha e um Fino.
Como já de esperar, o serviço foi rápido e em pouco mais de 5 minutos, já viamos os nossos pratos em cima da mesa.
Qualidade de topo no que toca ao bife, linguiça e molho. De destacar o pão (torrado e crocante barrado com manteiga).
Carne bastante tenra, linguiça a lembrar as que comemos assadas na aldeia e molho saboroso, a saber a tomate e ligeiramente picante. Sem ser muito grande, tem o tamanho indicado.
Nota apenas negativa às batatas fritas. Além de serem congeladas, agrava o facto de estarem gordurosas. Pensavamos ser um ponto a melhorar mas que não põ em causa a qualidade de topo desta casa.


Pontuação:
Molho: 4,9
Carne: 4,6
Ingredientes: 4,9
Batatas: 2,9
Serviço/Atendimento: 4,6
Preço : 3,3
Geral: 4.18

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Francesinha Poveira

A Francesinha poveira, ou apenas francesinha, é fast food típica da Póvoa de Varzim em Portugal. Com semelhanças apenas na forma com o cachorro quente, é uma sanduíche feita com linguiça, fiambre, queijo e mostarda em pão cacete.

A francesinha poveira é uma variedade de francesinha que surgiu em 1962 no café Guardassol no Passeio Alegre. Aberto desde junho de 1922, o Guarda-Sol é o mais antigo café bar da Póvoa, é também o primeiro café-bar de praia em Portugal.
A francesinha poveira é baseada na portuense. Curiosamente, a variedade do Porto foi criada por um poveiro de nome Daniel Silva. No entanto, a variedade poveira surgiu da necessidade da gerência, Alberto Moreira, de ter um produto novo e diferente, e para isso foi a Lisboa, para encontrar a pessoa certa, e assim contratou António Carriço, originário do Fundão. Depois de o contratar, levou-o a certos estabelecimentos do Porto para conhecer a Francesinha portuense, algo que o funcionário nunca tinha ouvido falar. O funcionário teve a iniciativa de pedir ao padeiro que fornecia o Guardassol para criar um pão em forma de cacete, macio e suculento, e assim surgiu o "pão de francesinha".
A variedade poveira é, assim, significativamente diferente e constitui uma especialidade distinta. O objectivo da variedade poveira era ser um verdadeiro prato de comida rápida que se pudesse comer à mão, especialmente para os banhistas nortenhos que acorrem aos milhares às praias da Póvoa, algo que não era possível com a variedade portuense.
Hoje, o prato pode ser encontrado em variados restaurantes da região da Póvoa de Varzim, nos municípios da Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Esposende.

Confecção

A francesinha poveira é um tipo de francesinha feita em pão-cacete que pode ser comido à mão enquanto se passeia ou no prato na mesa de um restaurante. A francesinha é barrada com um molho específico feito à base de manteiga, margarina, ketchup, piri-piri e sal, com conhaque, brandy, porto ou whisky.

Normal e especial

A francesinha poveira pode ser consumida como "Francesinha Normal" (apenas a sanduíche, como se fosse um cachorro quente) e "francesinha poveira especial", no prato acompanhada de batata frita e molho de francesinha. Ao se pedir "francesinha especial" é, muitas vezes, servida a portuense. No entanto, ao se pedir "francesinha" é servida a poveira.

sábado, 6 de novembro de 2010

Circuito pedonal "Francesinha"

Visitar o Porto sem conhecer uma "francesinha" é imperdoável. Ser do Porto e não saber onde ela nasceu... é motivo para participar neste percurso pedonal. Venha conhecer a história desta especialidade e a sua importância para cidade do Porto.

Local: Casa do Infante
Horário: sexta-feira, 19 de Novembro às 15:00h
Município: Porto
Ficha Técnica: Organização: Divisão Municipal de Arquivo Histórico. Entrada livre, sujeita a marcação prévia, através do telefone 222060423, ou pelo e-mail casadoinfante-serveducativo@cm-porto.pt.
Promotor: Porto
Temática: Etc
Início:
2010-11-19
Fim:
2010-11-19

sábado, 18 de setembro de 2010

Locanda Real

Noite de convívio entre colegas de trabalho e nada melhor que uma Francesinha para comemorar.
O local escolhido foi o Locanda Real, nos Carvalhos. Casa ainda desconhecida para a maioria dos apreciadores mas que os bons comentários ouvidos, abriam grandes expectativas.
Sem grandes rodeios, a verdade é que é mais fama que proveito. Passo a explicar... A foto acaba por ser enganadora porque, a primeira reacção ao molho foi: "Mas o que é isto???" Tentamos perceber a ideia mas molho com sabor a creme de marisco de pacote não é aceitável.
O pão é outro erro, muito mole, mais parecia pão de hamburguer para apenas acrescentar volume e nada mais. O bife tinha bom tamanho e de qualidade aceitável/mediana. De resto não há muito mais a destacar, excepto o facto de fazerem as francesinhas no forno. Acabaria por ser um ponto bastante positivo, mas que no meio e tanta mediocridade pouco conseguiu acrescentar. Por fim as batatas. Batatas congeladas já é mau, ainda pior se forem de fraca qualidade.
Resumindo, um local que não justifica a deslocação uma vez que o nome e fama, pouco têm a ver com a entrega final do produto.
Nota positiva ao atendimento, rápido e eficaz.


Pontuação:
Molho: 2,0
Carne: 3,2
Ingredientes: 3,0
Batatas: 2,4
Serviço/Atendimento: 4,0
Preço : 3,4
Geral: 3.0

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Café Santiago

Que melhor forma de ir de férias com um bom almoço de Francesinhas com colegas de trabalho? Aproveitando a visita de uns colegas da capital, também eles apreciadores de uma boa francesa, fomos desta vez ao cáfe Santiago, junto ao Coliseu.
Já há muito tempo que esta visita estava agendada e aproveitando uma altura em que as melhores casas estão de férias fomos cedo para marcar lugar. O atendimento foi rápido apesar de não muito personalizado. Chegada a Francesinha, (foi uma espera bastante reduzida) o aspecto era bom. De referir que o Café Santiago foi considerado o melhor sitio para Francesinhas em 2007.
O molho merece todo o nosso destaque pelo toque picante e gosto apurado a tomate. Os ingredientes eram de boa qualidade, apesar de que o bife poderia ser um pouco mais alto.
Como ponto negativo, o facto de as batatas terem vindo já no prato, o que dificulta o corte da Francesinha além de que ao fim de alguns minutos estas já estão moles por estarem mergulhadas no molho. Aconselhamos pedir as batatas à parte.
No geral, mais um bom sitio para apreciadores e principiantes, não chegando ao top devido às pequenas questões detectadas pelo nosso grupo.
Por fim, outro ponto negativo é o facto de não terem Multibanco o que numa casa deste nível, nos parece grave.


Pontuação:
Molho: 4
Carne: 3,7
Ingredientes: 3,6
Batatas: 3
Serviço/Atendimento: 2,9
Preço : 3,3
Geral: 3.42

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Caves da Cerveja


Sábado à noite, cais de gaia, calor e jantar com amigos. Só podia resultar em Francesinha. Assim foi. A escolha recaiu sobre a esplanada do Caves da Cerveja, não por nenhum motivo especial porque até nem fui eu que escolhi o local.
Depois de me ter atrasado cerca de 1h graças ao festival marés vivas, lá me sentei à mesa da referida esplanada pronto a devorar uma francesinha.
Escolhi a minha ementa clássica preferida: Francesinha com ovo, bastante molho e um príncipe de cerveja preta. Tive ainda direito a rissóis de carne como entrada, que refiro porque eram de boa qualidade.
Quanto à francesinha em si, muito dentro do normal que se come por aí. Bons ingredientes, molho muito normal, sem nada de surpreendente. Se calhar tinha as expectativas demasiado altas, mas realmente não achei nada de especial.
Como conclusão, só tenho a referir que é mais uma que não compromete, mas não justifica uma deslocação propositada.

Molho: 2,7
Carne: 3
Ingredientes: 3
Batatas: -Serviço/Atendimento: 4
Preço :3
Geral: 3,1

terça-feira, 22 de junho de 2010

Cufra

Depois de mais um evento com enorme adesão, nada melhor que uma Francesinha para um convívio mais descontraído entre os vários participantes e oradores. A escolha, quer pelo nome, quer pela localização, foi a Cufra, na Avenida da Boavista.
Chegados ao local, a espera foi pequena apesar do enorme número de clientes que esta casa tem quase sempre. De realçar o atendimento, como sempre profissional, rápido e eficiente. Quanto ao que de facto interessa (Francesinhas) a escolha recaiu sobre a tradicional de lombo. Uma versão bastante famosa é a especial, com lombo e bife.
Analisando a qualidade, nada a criticar, estando dentro da média. Boa qualidade de ingredientes, não faltando a salsicha fresca e a linguiça. Apenas o molho não está dentro dos melhores. Apesar de picante fica sempre a ideia "falta aqui alguma coisa"... As batatas caseiras (pelo menos pareciam) e feitas na hora.
Um local a visitar pelo ambiente e qualidade do serviço, estando entre um top mas mais alargado...


Molho: 3
Carne: 3,5
Ingredientes: 4
Batatas: 3,5 Serviço/Atendimento: 4
Preço :3
Geral:  3,5

domingo, 6 de junho de 2010

O Afonso


Terminada a época desportiva, chegou a altura de fazer contas e premiar o vencedor do UEFA Fantasy League. Como definido no início da época, o prémio seria uma francesinha com tudo a que se tem direito.
O local de eleição foi o Afonso, na Rua da Torrinha. Chegados ao local, foi fácil arranjar mesa uma vez que fomos cedo. Começamos logo pelas entradas (rissóis, chamuças, tremoços, amendoins e bola de carne. Quase todos optaram pela Francesinha (com e sem ovo) acompanhadas por batata.
O serviço foi eficiente, não muito demorado, não falhando a substituição dos "Principes" vazios (nesta casa não há finos).
Quanto à Francesinha, o tamanho é regular, dentro do tamanho ideal. Os ingredientes eram bons, não faltando a linguiça e salsicha fresca e uma boa dose de fiambre. O bife, não sendo espectacular, não era mau. Batatas idem, já que se tratam de congeladas e não de caseiras.  Em relação ao molho, deixou algo a desejar, quer pelo sabor, quer pela textura sobretudo para quem já está familiarizado com outros estabelecimentos de topo.
No entanto, a avaliação geral foi positiva, não sendo um local de referência, é sem dúvida uma casa a ter em conta para um jantar de amigos enquanto se assiste a um jogo de futebol.

Pontuação:
Molho: 3,5
Carne: 3,5
Ingredientes: 4
Batatas: 3
Serviço/Atendimento: 4
Preço : 4
Geral: 3.67